Santo e devoção
Bem-aventurada Virgem Maria das Dores
A memória de Nossa Senhora das Dores contempla Maria firme junto à cruz de Jesus, associada de modo singular à Paixão do Filho.

A memória de Nossa Senhora das Dores contempla Maria firme junto à cruz de Jesus, associada de modo singular à Paixão do Filho.
Vida e testemunho
A memória de Nossa Senhora das Dores contempla Maria firme junto à cruz de Jesus, associada de modo singular à Paixão do Filho. A piedade cristã recolhe essa compaixão na devoção à “Mater Dolorosa”.
A devoção difundiu-se sobretudo a partir do fim do século XI; a Ordem dos Servos de Maria, fundada em 1233, muito contribuiu para espalhar o culto das Dores de Maria.
O Papa Pio VII inscreveu a celebração no calendário litúrgico romano em 1814, e o Papa Pio X fixou-a em 15 de setembro, no dia seguinte à Exaltação da Santa Cruz.
A festa convida a permanecer, com Maria, junto aos que sofrem, e a unir as próprias dores à cruz redentora de Cristo.


