Início da celebração
Ritos Iniciais
Ordinário (1) Ritos Iniciais
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada. Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. O povo responde: Amém.
2. Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com uma das seguintes fórmulas: a) A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco. (Cf. 2Cor 13, 13)
outras saudações
b) A graça e a paz de Deus, nosso Pai, e de Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco. (Cf. 1Cor 1, 3) c) Ⓑ O Senhor, que encaminha os nossos corações para o amor de Deus e a constância de Cristo, esteja convosco. (2Ts 3, 5) d) Ⓑ O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco. (Rm 15, 13) e) Ⓑ A vós, irmãos, paz e fé da parte de Deus, o Pai, e do Senhor Jesus Cristo. (Ef 6, 23) f) Ⓑ Irmãos eleitos segundo a presciência de Deus Pai, pela santificação do Espírito para obedecer a Jesus Cristo e participar da bênção da aspersão do seu sangue, graça e paz vos sejam concedidas abundantemente. (1Pd 1, 1-2) g) Ⓑ A graça e a paz daquele que é, que era e que vem, estejam convosco. (Ap 1, 8) O povo responde: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo. Ou, o sacerdote, abrindo os braços, diz: h) O Senhor esteja convosco. Ele está no meio de nós.
opção para missa com Bispo
O Bispo, nesta primeira saudação, em vez de O Senhor esteja convosco, diz: A paz esteja convosco. E o povo responde: Bendito seja Deus, Que nos reuniu no amor de Cristo.
3. O sacerdote, diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.
Ato Penitencial* *Aos domingos, especialmente no tempo pascal, no lugar do Ato Penitencial habitual pode-se fazer a bênção da água e sua aspersão em memória do Batismo como no Apêndice II do Missal Romano (p. 1224-1227). Ⓑ Neste caso, após a conclusão, seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison)
Primeira fórmula
4. O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
outras opções
Ou: Ⓑ O Senhor Jesus, que nos convida à mesa da Palavra e da Eucaristia, nos chama a segui-lo fielmente. Reconheçamos ser pecadores e invoquemos com confiança a misericórdia do Pai. Ou, especialmente aos domingos e durante a oitava de Páscoa: Ⓑ No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai. Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula: O sacerdote diz: Confessemos os nossos pecados: Todos: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, e, batendo no peito, dizem: por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, Em seguida, continuam: E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor. Segue-se a absolvição sacerdotal: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna. O povo responde: Amém.
Segunda fórmula
5. O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
outras opções
Ou: Ⓑ No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs. Ⓑ De coração contrito e humilde, aproximemo-nos do Deus justo e santo, para que tenha piedade de nós, pecadores. Após um momento de silêncio, o sacerdote diz: Tende compaixão de nós, Senhor. O povo: Porque somos pecadores. O sacerdote: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia. E dai-nos a vossa salvação. Segue-se a absolvição sacerdotal: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna. O povo responde: Amém.
Terceira fórmula
6. O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
outras opções
Ou: Ⓑ Em Jesus Cristo, o Justo, que intercede por nós e nos reconcilia com o Pai, abramos o nosso espírito ao arrependimento para sermos dignos de nos aproximar da mesa do Senhor. Ⓑ O Senhor disse: "Quem dentre vós estiver sem pecado, atire a primeira pedra". Reconheçamo-nos todos pecadores e perdoemo-nos mutuamente do fundo do coração. Após um momento de silêncio, o sacerdote, o diácono ou outro ministro propõe as seguintes invocações ou outras semelhantes com Senhor, tende piedade de nós. Ⓑ Para o canto se pode usar a aclamação grega: Kýrie, eléison. Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos, tende piedade de nós. O povo responde: Senhor, tende piedade de nós. O sacerdote: Cristo, que viestes chamar os pecadores, O povo: Cristo, tende piedade de nós. Senhor, que intercedeis por nós junto do Pai, Segue-se a absolvição sacerdotal: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna. Amém.
Invocações alternativas para os diversos tempos
Ⓑ Invocações alternativas para os diversos tempos
Tempo Comum
1. Senhor, que sois o caminho que leva ao Pai, tende piedade de nós. ℟. Senhor, tende piedade de nós. Cristo, que sois a verdade que ilumina os povos, ℟. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, que sois a vida que renova o mundo,
2. Senhor, que oferecestes o vosso perdão a Pedro arrependido, tende piedade de nós. ℟. Senhor, tende piedade de nós. Cristo, que prometestes o paraíso ao bom ladrão, ℟. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, que acolheis toda pessoa que confia na vossa misericórdia,
3. Senhor, que viestes, não para condenar, mas para perdoar, tende piedade de nós. ℟. Senhor, tende piedade de nós. Cristo, que vos alegrais pelo pecador arrependido, ℟. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, que muito perdoais a quem muito ama,
4. Senhor, que viestes procurar quem estava perdido, tende piedade de nós. ℟. Senhor, tende piedade de nós. Cristo, que viestes dar a vida em resgate de muitos, ℟. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, que congregais na unidade os filhos de Deus dispersos,
5. Senhor, que sois a plenitude da verdade e da graça, tende piedade de nós. ℟. Senhor, tende piedade de nós. Cristo, que vos tornastes pobre para nos enriquecer, ℟. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, que viestes para fazer de nós o vosso povo santo,
Tempo do Advento
1. Senhor, que viestes ao mundo para nos salvar, tende piedade de nós. ℟. Senhor, tende piedade de nós. Cristo, que continuamente nos visitais com a graça do vosso Espírito, ℟. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, que vireis um dia para julgar as nossas obras,
2. Senhor, que sois o defensor dos pobres, tende piedade de nós. ℟. Senhor, tende piedade de nós. Cristo, que sois o refúgio dos fracos, ℟. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, que sois a esperança dos pecadores,
3. Senhor, que vindes visitar vosso povo na paz, tende piedade de nós. ℟. Senhor, tende piedade de nós. Cristo, que vindes salvar o que estava perdido, ℟. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, que vindes criar um mundo novo,
Tempo do Natal
1. Senhor, Filho de Deus, que, nascendo da Virgem Maria, vos fizestes nosso irmão, tende piedade de nós. ℟. Senhor, tende piedade de nós. Cristo, Filho do homem, que conheceis e compreendeis nossa fraqueza, ℟. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, Filho primogênito do Pai, que fazeis de nós uma só família,
2. Senhor, rei da paz, tende piedade de nós. ℟. Senhor, tende piedade de nós. Cristo, luz nas trevas, ℟. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, imagem do homem novo,
Tempo da Quaresma
1. Senhor que na cruz perdoastes o ladrão arrependido, tende piedade de nós. ℟. Senhor, tende piedade de nós. Cristo, que nos mandastes perdoar-nos mutuamente antes de nos aproximar do vosso altar, ℟. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, que confiastes à vossa Igreja o ministério da reconciliação,
2. Senhor, que na água e no Espírito nos regenerastes à vossa imagem, tende piedade de nós. ℟. Senhor, tende piedade de nós. Cristo, que enviais o vosso Espírito para criar em nós um coração novo, ℟. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, que nos tornastes participantes do vosso Corpo e do vosso Sangue,
3. Senhor, que fazeis passar da morte para a vida quem ouve a vossa palavra, tende piedade de nós. ℟. Senhor, tende piedade de nós. Cristo, que quisestes ser levantado da terra para que tenha a vida eterna todo aquele que crê em vós, ℟. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, que nos submeteis ao julgamento da vossa cruz, para levar-nos à glória da ressurreição, Tempo da Páscoa:
1. Senhor, nossa paz, tende piedade de nós. ℟. Senhor, tende piedade de nós. Cristo, nossa Páscoa, ℟. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, nossa vida,
2. Senhor, que sois o eterno sacerdote da nova Aliança, tende piedade de nós. ℟. Senhor, tende piedade de nós. Cristo, que nos edificais como pedras vivas no templo santo de Deus, ℟. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, que nos tornais concidadãos dos santos no reino dos céus,
3. Senhor, que, subindo ao céu, nos presenteastes com o dom do Espírito, tende piedade de nós. ℟. Senhor, tende piedade de nós. Cristo, que dais vida a todas as coisas com o poder da vossa palavra, ℟. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, Rei do universo e Senhor dos séculos,
4. Senhor, que, subindo ao céu, vos tornastes Rei do universo, e Senhor dos séculos, tende piedade de nós. ℟. Senhor, tende piedade de nós. Cristo, que na vossa ascensão levastes cativo o cativeiro, ℟. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, que voltando à casa do Pai abristes o céu para nós,
5. Senhor, que pelo Espírito Santo estais presente no mundo, tende piedade de nós. ℟. Senhor, tende piedade de nós. Cristo, que dais o Espírito Santo para o perdão dos pecados, ℟. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, que enviais o Espírito Santo para criar um mundo novo,
7. Seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial: Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kýrie, eléison ℟. Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kýrie, eléison Cristo, tende piedade de nós. Ou: Christe, eléison ℟. Cristo, tende piedade de nós. Ou: Christe, eléison
8. Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o hino: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso. Nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, Só Vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
9. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz: Oremos. E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta; ao terminar, o povo aclama: Amém.
Números 10 a 20
Liturgia da Palavra
Ordinário (2) Liturgia da Palavra
10. O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados. Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama: Palavra do Senhor. Todos respondem: Graças a Deus. Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.
11. O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.
12. Se houver uma segunda leitura, o leitor a proclama do ambão, como descrito acima. Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama: Palavra do Senhor. Todos respondem: Graças a Deus.
13. Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.
14. Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa: Dá-me a tua bênção. O sacerdote diz em voz baixa: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo. O diácono faz o sinal da cruz e responde: Amém. Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.
15. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz: O Senhor esteja convosco. O povo responde: Ele está no meio de nós. O diácono ou o sacerdote diz: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo N., E, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito. O povo aclama: Glória a vós, Senhor. Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
16. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama: Palavra da Salvação. Todos respondem: Glória a vós, Senhor. Depois beija o livro, dizendo em silêncio: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
17. Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos os domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
18. Terminada a homilia, quando prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé: Símbolo Niceno-constantinopolitano: Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus Às palavras seguintes, até e se fez homem, todos se inclinam. e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.
19. No lugar do símbolo niceno-constantinopolitano, pode-se usar, sobretudo nos tempos da Quaresma e da Páscoa, a profissão de fé batismal da Igreja Romana, o assim chamado símbolo dos Apóstolos: Creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, Às palavras seguintes, até Virgem Maria, todos se inclinam. que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém.
20. Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Números 21 a 32
Liturgia Eucarística
Ordinário (4) Liturgia Eucarística
21. Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
22. Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
23. O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação: Bendito seja Deus para sempre!
24. O diácono ou o sacerdote coloca o vinho e um pouco d água no cálice, rezando em silêncio: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
25. Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e que para nós se vai tornar vinho da salvação. Coloca o cálice sobre o corporal. Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação: Bendito seja Deus para sempre!
26. Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
27. E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
28. Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.
29. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
outras opções
Ou: Ⓑ Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso. para que, trazendo ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso. para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso. O povo se levanta e responde: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
30. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas; ao terminar, o povo aclama: Amém. Oração Eucarística
31. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta: O Senhor esteja convosco. O povo responde: Ele está no meio de nós. Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue: Corações ao alto. O povo: O nosso coração está em Deus. O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta: Demos graças ao Senhor, nosso Deus. É nosso dever e nossa salvação. O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio. Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor!
32. Em todas as Missas, o sacerdote pode cantar as partes mais importantes da Oração Eucarística. Na primeira Oração Eucarística ou Cânon Romano, pode-se omitir o que está entre parênteses.
Números 132 a 139
Rito da Comunhão
Ordinário (5) Rito da Comunhão
124. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
outras monições
Ou: Ⓑ Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou: Ⓑ Somos chamados filhos de Deus e realmente o somos, por isso, podemos rezar confiantes: Ⓑ O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos e filhas, digamos juntos: Ⓑ O banquete da Eucaristia é sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna. Unidos como irmãos e irmãs, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou: Ⓑ Guiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria do Evangelho, ousamos dizer: Ⓑ Guiados pelo Espírito Santo, que ora em nós e por nós, elevemos as mãos ao Pai e rezemos juntos a oração que o próprio Jesus nos ensinou: O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
125. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do Nosso Salvador, Jesus Cristo. O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração, aclamando: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.
126. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. O sacerdote une as mãos e conclui: Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo. O povo responde: Amém.
127. O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta: A paz do Senhor esteja sempre convosco. O povo responde: O amor de Cristo nos uniu.
128. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
outras opções
Ou: Ⓑ Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna. Ⓑ Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz. Ⓑ No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz. E, todos segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
129. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.
130. Enquanto isso, canta-se ou recita-se: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. dai-nos a paz. Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
131. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós. Ou: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.
132. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
outras opções
Ou: Ⓑ Quem come minha carne e bebe meu sangue permanece em mim e eu nele. Ⓑ Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de quem nele encontra seu refúgio. Ⓑ Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu; se alguém come deste Pão, viverá eternamente. Ⓑ Felizes os convidados para o banquete nupcial do Cordeiro. ou Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. E acrescenta, com o povo, uma só vez: Senhor, eu não sou digno(a) de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo(a).
133. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio: O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna. E reverentemente comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio: O Sangue de Cristo E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
134. Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo: O Corpo de Cristo. O que vai comungar responde: Amém. E comunga. O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
135. Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, em n. 281-287.
136. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
137. Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice. Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
138. Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou cântico de louvor.
139. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas: Oremos. E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão. Ao terminar, o povo aclama: Amém.
Bênção e envio
Ritos Finais
Ordinário (6) Ritos Finais
140. Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo. ou
141. Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz: O Senhor esteja convosco. O povo responde: Ele está no meio de nós. O sacerdote abençoa o povo, dizendo: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo. Amém.
142. Em alguns dias ou ocasiões, esta fórmula de bênção poderá ser precedida, de acordo com as rubricas, por outra fórmula mais solene ou pela oração sobre o povo. (cf. p. 578ss).
opção na Missa pontifical
143. Na Missa pontifical, o celebrante recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz: O Senhor esteja convosco. Todos respondem: Ele está no meio de nós. O celebrante diz: Bendito seja o nome do Senhor. Agora e para sempre. Nossa proteção está no nome do Senhor. Que fez o céu e a terra. Então o celebrante recebe o báculo, se o utilizar, e diz: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, e fazendo três vezes o sinal da cruz sobre o povo, acrescenta: Pai ✠ e Filho ✠ e Espírito ✠ Santo. Todos: Amém.
144. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
outras despedidas
Ou: Ide em paz, e anunciai o Evangelho do Senhor. Ide em paz, e glorificai o Senhor com vossa vida. Em nome do Senhor, ide em paz e o Senhor vos acompanhe. A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e o Senhor vos acompanhe. O povo responde: Graças a Deus.
145. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
146. Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.
Bênçãos Solenes
BÊNÇÃOS SOLENES As seguintes bênçãos podem ser usadas, à vontade do sacerdote, no fim da celebração da Missa, de uma celebração da Palavra, da Liturgia das Horas ou dos Sacramentos. O sacerdote, voltado para o povo, abrindo os braços, diz: O Senhor esteja convosco. O povo responde: Ele está no meio de nós. O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote pode fazer o convite com estas ou outras palavras: lnclinai-vos para receber a bênção. Em seguida, o sacerdote, estendendo as mãos sobre o povo, profere a bênção e todos respondem: Amém.
I. Nas celebrações de cada tempo do Ano Litúrgico
I. Nas celebrações de cada tempo do Ano Litúrgico
1. Advento O Deus onipotente e misericordioso vos santifique com o esplendor do advento do seu Filho, em cuja vinda credes e cuja volta esperais, e derrame sobre vós as suas bênçãos. ℟. Amém. Durante esta vida, Deus vos torne firmes na fé, alegres na esperança e solícitos na caridade. E vós, que vos alegrais com fé e devoção pela vinda, segundo a carne, do nosso Redentor, sejais recompensados com o prêmio da vida eterna, quando ele vier de novo na majestado da sua glória. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
2. Natal do Senhor O Deus de infinita bondade, que, pela encarnação do seu Filho, dissipou as trevas do mundo e, com seu glorioso nascimento, inundou de luz esta noite santíssima (este dia santíssimo), expulse dos vossos corações as trevas dos vícios e vos ilumine com a luz das virtudes. ℟. Amém. Aquele que anunciou aos pastores pelo anjo a grande alegria do nascimento do Salvador, faça transbordar de alegria vossos corações e vos torne mensageiros do seu Evangelho. Aquele que, pela encarnação de seu Filho, uniu a terra ao céu, vos cumule com os dons da sua paz e da sua benevolência e vos torne participantes da Igreja celeste. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
3. Início do ano Deus, fonte e origem de toda bênção, vos conceda a sua graça, vos abençoe abundantemente e vos guarde sãos e salvos todos os dias deste ano. ℟. Amém. Ele vos conserve íntegros na fé, inabaláveis na esperança e perseverantes até o fim na caridade. Ele disponha em sua paz vossos dias e vossas ações, atenda sempre as vossas preces e vos conduza felizes à vida eterna. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
4. Epifania do Senhor Deus, que vos chamou das trevas à sua luz admirável, derrame benigno sobre vós as suas bênçãos e confirme os vossos corações na fé, na esperança e na caridade. ℟. Amém. Porque seguis confiantes o Cristo, que hoje se manifestou ao mundo como luz que ilumina as trevas, Deus vos torne também uma luz para os vossos irmãos e irmãs. Terminada a vossa peregrinação, possais chegar ao Cristo Senhor, luz da luz, que os magos procuravam guiados pela estrela e com grande alegria encontraram. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
5. Paixão do Senhor Deus, o Pai de misericórdia, que vos deu um exemplo de amor na paixão do seu Filho, vos conceda, pelo vosso serviço a Deus e ao próximo, o dom inefável da sua bênção. ℟. Amém. Deus que, pela morte do Filho na cruz nos livrou da morte eterna, vos conduza à vida que não tem fim. Deus torne participantes da ressurreição de Cristo a vós que seguistes o seu testemunho de humildade. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
6. Tempo Pascal Deus que, pela ressurreição do seu Filho único, vos deu a graça da redenção e vos tornou seus filhos, vos conceda a alegria de sua bênção. ℟. Amém. Deus que, pela redenção de Cristo, vos concedeu o dom da verdadeira liberdade, por sua misericórdia vos torne participantes da herança eterna. E, vivendo agora retamente, possais no céu unir-vos a Deus, para o qual, pela fé, já ressuscitastes no Batismo. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
7. Ascensão do Senhor Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, cujo Filho Unigênito hoje subiu ao mais alto dos céus, e vos abriu o caminho para onde ele mesmo está. ℟. Amém. Deus vos conceda que o Cristo, assim como se manifestou aos discípulos após a ressurreição, vos apareça em sua eterna benevolência, quando vier para o julgamento. E vós, crendo que o Cristo está sentado com o Pai em sua glória, possais experimentar, conforme sua promessa, a alegria de permanecer com ele até o fim dos tempos. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
8. Espírito Santo Deus, o Pai das luzes, que iluminou os corações dos discípulos, derramando sobre eles o Espírito Santo, vos conceda a alegria de sua bênção e a plenitude dos dons do mesmo Espírito. ℟. Amém. Aquele fogo, descido de modo admirável sobre os discípulos, por seu poder purifique os vossos corações de todo mal e vos ilumine com o explendor da sua luz. Aquele que na proclamação de uma só fé reuniu a diversidade das línguas vos faça perseverar na mesma fé e por ela passar da esperança à plena visão. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
9. Tempo Comum, I (Bênção de Aarão: Nm 6, 24-26) Deus vos abençoe e vos guarde. ℟. Amém. Ele vos mostre a sua face e se compadeça de vós. Volva para vós o seu olhar e vos dê a sua paz. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
10. Tempo comum, II (Fl 4, 7) A paz de Deus, que supera todo entendimento, guarde vossos corações e vossas mentes no conhecimento e no amor de Deus e de seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo. ℟. Amém. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
11. Tempo comum, III Deus todo-poderoso vos abençoe na sua bondade e infunda em vós a sabedoria da salvação. ℟. Amém. Sempre vos alimente com os ensinamentos da fé e vos faça perseverar nas boas obras. Oriente para ele os vossos passos e vos mostre o caminho da caridade e da paz. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
12. Tempo comum, IV O Deus de toda consolação disponha na sua paz os vossos dias e vos conceda os dons da sua bênção. ℟. Amém. Sempre vos liberte de toda aflição e confirme os vossos corações em seu amor. E assim, ricos em esperança, fé e caridade, possais viver praticando o bem e chegar felizes à vida eterna. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
13. Tempo comum, V Deus todo-poderoso vos livre sempre de toda adversidade e derrame benigno sobre vós os dons da sua bênção. ℟. Amém. Torne os vossos corações atentos à sua palavra, a fim de que transbordeis de alegria divina. Assim, abraçando o bem e a justiça, possais correr sempre pelo caminho dos mandamentos divinos e tornar-vos coerdeiros dos santos. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
14. Tempo comum, VI (2Ts 2, 16-17) Deus vos abençoe com toda bênção celeste, para serdes sempre santos e irrepreensíveis em sua presença; derrame sobre vós abundantemente as riquezas da sua glória, vos instrua com a palavra da verdade, vos eduque pelo Evangelho da salvação e vos enriqueça com o amor fraterno, por Cristo nosso Senhor. ℟. Amém. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
II. Nas celebrações dos Santos
II. Nas celebrações dos Santos
15. Bem-aventurada Virgem Maria O Deus de bondade que, pelo Filho da Virgem Maria, quis salvar o gênero humano vos enriqueça com sua bênção. ℟. Amém. Seja-vos dado sentir sempre e por toda parte a proteção da Virgem, por quem recebestes o autor da vida. E vós, reunidos hoje para celebrar com fervor sua solenidade, possais colher a alegria espiritual e o prêmio eterno. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
16. Santos Pedro e Paulo Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, que vos deu por fundamento aquela fé proclamada com vigor pelo Apóstolo Pedro e sobre a qual se edificou a Igreja. ℟. Amém. Ele, que vos instruiu pela incansável pregação do apóstolo Paulo, vos ensine por seu exemplo a sempre atrair para Cristo novos irmãos. Pedro, pelo poder das chaves, Paulo, pela força da palavra, e ambos, por sua intercessão, nos conduzam àquela pátria, onde chegaram merecidamente um pela cruz e outro pela espada. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
17. Santos Apóstolos Deus, que vos firmou na fé apostólica, vos abençoe pelos gloriosos méritos e a intercessão dos santos Apóstolos N. e N. (do Santo Apóstolo N.) ℟. Amém. Aquele que vos quis instruir pela doutrina e o exemplo dos Apóstolos vos torne, por sua proteção, testemunhas da verdade para todos. Pela intercessão dos Apóstolos, que vos deram por sua pregação a firmeza da fé, possais alcançar a herança eterna. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre. Ⓑ Na festa de um Santo Deus, nosso Pai, que hoje nos reuniu para celebrar a festa de São N., (padroeiro de nossa Comunidade, ou Paróquia, ou Diocese,) vos abençoe, vos proteja de todo o mal e vos confirme na sua paz. O Cristo Senhor, que manifestou em São N. a força renovadora da Páscoa, vos torne testemunhas do seu Evangelho. O Espírito Santo, que em São N. nos ofereceu um sinal de caridade divina, vos torne capazes de criar na Igreja uma verdadeira comunhão de fé e amor.
18. Todos os Santos Deus, glória e exultação dos Santos, que vos deu a graça de tão exímios intercessores, vos abençoe e para sempre. ℟. Amém. Libertos por sua intercessão dos males presentes, e estimulados pelo exemplo de suas vidas santas, estejais constantemente a serviço de Deus e dos irmãos. E assim, com todos eles, vos seja dado gozar a felicidade daquela pátria, na qual a Igreja exulta eternamente pela comunhão gloriosa de seu filhos com os cidadãos do céu. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
III. Outras bênçãos
III. Outras bênçãos
19. Dedicação de Igreja Deus, o Senhor do céu e da terra, que hoje vos reuniu para a dedicação desta igreja, (para aniversário da dedicação de sua casa) vos conceda copiosas bênçãos do céu. ℟. Amém. Deus que, em seu Filho, quis congregar todos os filhos dispersos, faça de vós seu templo e morada do Espírito Santo. E, assim, na felicidade de serdes purificados, possais ser o templo em que Deus habita, e possuir, com todos os santos, a herança da felicidade eterna. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
20. Celebração pelo Fiéis Defuntos Deus, criador e Pai, que na ressurreição do seu Filho deu aos que creem a esperança na ressurreição, derrame sobre vós a sua bênçao. ℟. Amém. Cristo, que nos redimiu por sua cruz, vos renove em seu amor e conceda aos que morreram a luz e a paz. O Espírito Consolador conceda gozar a felicidade prometida a vós que esperais a vinda gloriosa do Senhor. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
